Estado precário das escolas municipais de Santa Luzia faz o calendário letivo ser adiado

Estado precário das escolas municipais de Santa Luzia faz o calendário letivo ser adiado
Em Santa Luzia, início do ano letivo foi adiado para o dia 18. Todas as 26 escolas municipais apresentam falta de estrutura, sendo que seis estão em estado alarmante.
De: G1 MG Cidade

Em Santa Luzia, na Região Metropolitana de BH, a Prefeitura informou que as 26 instituições de ensino do município se encontram com problemas de infraestrutura, seis delas estão em pior estado. O início do ano letivo está programado para começar no dia 18 de fevereiro.

Uma das piores situações é na Escola Sueli Lima de Melo, no bairro Palmital, onde estudam cerca de 600 alunos, de seis a 14 anos. Bebedouros não funcionam. O banheiro alaga em dias de chuva. Há mato e restos de materiais de construção pelo caminho e a quadra está abandonada. A situação da cozinha também é precária.

A prefeitura informou que está tomando medidas paliativas e que as aulas serão repostas.

Belo Horizonte

Alunos de uma escola da rede municipal de Belo Horizonte e de instituições em Santa Luzia, na Região Metropolitana, tiveram o início das aulas adiado por causa de problemas de infraestrutura.  O atraso motivou um protesto de pais, alunos e professores nesta terça-feira (5) na Escola Municipal Lucas Monteiro Machado, na Vila Pinho, na Região do Barreiro, na capital mineira.

O ano letivo na instituição começaria nesta segunda-feira (4), mas a escola está fechada por causa da queda de parte da marquise em dezembro. Segundo a direção, a prefeitura quer que os 1.200 alunos estudem em uma faculdade, que fica há cerca de quatro quilômetros, até que as obras sejam concluídas. Os manifestantes são contra essa medida.

A comunidade alega ainda que a mudança prejudicaria, principalmente, os 300 alunos que estudam em período integral. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, até o fim desta semana, a empresa responsável por retirar as marquises da escola vai informar o prazo para o término das obras.

Ainda segundo a secretaria, a intenção é que os alunos voltem direto para o local, sem ter que usar outras escolas. A secretaria informou também que o atraso não vai comprometer o ano letivo, já que as aulas serão repostas.


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