Pista cede na MG-020 e local é interditado sem previsão de liberação


Por causa das chuvas dos últimos dias houve o rompimento da galeria pluvial, fazendo com que a estrada cedesse em um espaço de quatro quilômetros de extensão; há o risco de erosão e nenhuma previsão de liberação da pista

De: O Tempo CIDADES

A MG–020, que liga Belo Horizonte a Santa Luiza, na região metropolitana da capital, foi interditada na manhã desta sexta-feira (4). Na altura do KM 11, próximo ao bairro Monte Azul, na região Nordeste da cidade, a pista cedeu após o temporal que atingiu a cidade nessa quinta-feira (3) e há risco para os motoristas. A via foi fechada até que os trabalhos terminem, o que ainda não há previsão de acontecer.
Já no KM 12 da rodovia, houve queda de barreira, mas os funcionários do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) limparam a pista. No KM 14, um bueiro entupiu, mas já foi desobstruído.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), os problemas ocorreram no sentido Belo Horizonte. Nos pontos críticos, o trânsito está sendo feito pela pista sentido Santa Luzia, que foi dividida.

Segundo a Defesa Civil municipal, a chuva de dessa quinta-feira (3) teria causado o rompimento de uma tubulação da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), o que acabou motivando a erosão do asfalto da rodovia. O local está isolado.

Procurada pela reportagem, a Copasa informou, por meio de nota, que enviou técnicos ao local para realizar uma vistoria e que “a avaliação inicial não apontou relação do ocorrido com o rompimento nem da rede coletora de esgoto nem de abastecimento de água da empresa, que permanecem com condições estruturais normais”.

A empresa também afirmou que há indícios de que o problema esteja relacionado à drenagem pluvial da rodovia, e que, portanto, a responsabilidade é do DER-MG. “A Copasa está acompanhando os trabalhos do DER-MG no local. Caso haja necessidade de intervenções por parte da companhia, a empresa tomará as providências necessárias”, finalizou.

O DER-MG informou que não há prazo para a solução do problema e que a abertura de licitação para o projeto de obras no local é provável. Segundo o órgão, o pior trecho é o KM 11, onde foi constatado o rompimento da galeria pluvial, segundo técnicas.
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